
A temporada 1 de 2026 do Super GT3 chegou ao fim em grande estilo. Na etapa final, disputada em Spa-Francorchamps no desafiador traçado de 24 horas, a elite da Divisão A protagonizou uma corrida intensa, estratégica e tecnicamente impecável, coroando Anderson Ferreira Pinho como campeão do maior campeonato brasileiro de Gran Turismo.
Desde os primeiros minutos de transmissão, o clima já deixava claro o peso da decisão. A disputa pelo título estava completamente aberta entre Anderson Pinho, Sergio Rodrigues e Daniel Muller, separados por poucos pontos, transformando a corrida final em um verdadeiro confronto direto pelo topo.
Corrida de decisão: intensidade máxima do início ao fim
A classificação já mostrava o nível da disputa. Daniel Muller garantiu a pole position, com Sergio Rodrigues e Anderson Pinho logo atrás, formando um top 3 extremamente equilibrado.
Na largada, Muller assumiu a ponta, mas rapidamente Anderson mostrou que não estava disposto a apenas administrar o campeonato. A pressão começou cedo, com disputas lado a lado em trechos técnicos de Spa, evidenciando o altíssimo nível dos pilotos da Divisão A.
A corrida seguiu marcada por estratégias distintas. Enquanto alguns apostaram em compostos mais agressivos, outros optaram por consistência e gestão de pneus. Sergio Rodrigues, por exemplo, adotou uma abordagem diferente com pneus médios, tentando se manter competitivo no longo prazo.
Mesmo com essas variações, o ritmo dos líderes foi absurdo. Muller e Anderson protagonizaram uma das disputas mais intensas da temporada, andando no limite absoluto e se alternando em momentos de pressão constante.
O momento decisivo e a construção da vitória
A corrida começou a se definir na fase de boxes e no segundo stint. Anderson conseguiu manter um ritmo extremamente consistente, evitando erros e aproveitando cada oportunidade.
Na parte final da prova, ele assumiu definitivamente a liderança e não deu mais chances. Mesmo com desgaste extremo de pneus e combustível no limite, manteve o controle total da corrida até a bandeirada final.
A vitória na etapa não apenas confirmou sua performance na corrida, mas selou uma campanha construída com inteligência ao longo de todo o campeonato.
Resultado da etapa final – Divisão A
- Anderson Ferreira Pinho
- Daniel Muller
- Sergio Rodrigues
- Elton Junior Schinaider
- Victor André Machado
- Felipe Laranjeira
- Thiago Gonçalves (Tito)
- Gustavo Viaro
- Regiano Soares da Silva
- Danilo Martins (Bodão)
- Guilherme Monteiro Rodrigues
Anderson Pinho: o campeão da elite
O título de Anderson Pinho não veio por acaso.
Foi resultado direto de:
- consistência ao longo das etapas
- leitura estratégica do campeonato
- adaptação ao sistema de lastro
- e um nível de concentração altíssimo nas corridas decisivas
Na própria entrevista pós-corrida, Anderson destacou o fator principal da conquista: preparação extrema e repetição técnica em cada detalhe da pista.
Ele chegou à etapa final sabendo que precisava pontuar bem, mas foi além: venceu a corrida e fechou o campeonato com autoridade.
Muller e Rodrigues: protagonistas até o fim
Se Anderson foi o campeão, Daniel Muller e Sergio Rodrigues foram fundamentais para transformar essa temporada em um espetáculo.
Muller brigou pela vitória até os últimos momentos e demonstrou um ritmo de ponta impressionante, enquanto Rodrigues apostou em estratégias alternativas e manteve a pressão pelo título até o final.
O nível de equilíbrio foi tão alto que a definição entre segundo e terceiro lugar no campeonato exigiu critérios de desempate após a etapa final.
Um campeonato que redefine o automobilismo virtual no Brasil
A Divisão A do Super GT3 não é apenas uma competição.
É um ambiente onde:
- pilotos não pagam taxa de inscrição
- competem pelos maiores prêmios do automobilismo virtual nacional
- e disputam em um nível técnico comparável ao profissional
Durante a transmissão, ficou reforçado que este é um projeto único no país, onde os pilotos competem por evolução real, visibilidade e oportunidades dentro do ecossistema da Super GT Brasil.
O que vem pela frente
Com o encerramento da Temporada 1, o cenário já aponta para uma próxima fase ainda mais competitiva:
- novo BOP reformulado
- entrada de novos pilotos vindos da Divisão B
- evolução do sistema de lastro
- e a expectativa do Super GT3 de equipes
A tendência é clara: o nível vai subir ainda mais.
Maior Campeonato Brasileiro de Gran Turismo 7
A etapa final em Spa-Francorchamps não apenas decidiu um campeonato.
Ela consolidou um padrão.
O Super GT3 se estabelece como o maior campeonato brasileiro de Gran Turismo, reunindo os melhores pilotos, entregando disputas reais e criando um ambiente onde vencer significa, de fato, conquistar algo grande.
E no topo dessa primeira temporada de 2026, um nome ficou marcado:
Anderson Ferreira Pinho, campeão da Divisão A.




