
A nova leva de conteúdos do Gran Turismo 7 já tem dois protagonistas claros: o retorno histórico do Renault Espace F1 e a estreia da marca Polestar, com o sedã Polestar 5. O anúncio surgiu em meio às ativações da GT World Series em Los Angeles, com um teaser do circuito de Yas Marina que entregou quatro segundos de pura nostalgia para os GTzeiros. A presença do Espace F1 volta a conectar o GT7 a uma das aparições mais cultuadas da série, ausente desde 1999. Em paralelo, a chegada da Polestar amplia o espectro tecnológico do jogo, trazendo um elétrico de alto desempenho ao centro das atenções. Para a comunidade da Super GT Brasil, o pacote abre novas possibilidades de eventos temáticos, time trials e conteúdos editoriais.
O monovolume mais insano da história volta ao GT7
Concebido pela Matra para celebrar os dez anos do Espace, o Espace F1 é uma daquelas ideias que parecem impossíveis: o V10 de Fórmula 1, derivado do Williams FW15C, montado em um chassi de fibra de carbono com carroceria do monovolume de segunda geração. Na prática, o “F1” apenas se parece com um Espace convencional; a mecânica fica em posição central e a tração é traseira. Com algo em torno de 800 cv, acelera a 0–100 km/h em menos de 3 segundos e beira os 320 km/h, apoiado por freios de padrão F1. Dois exemplares foram produzidos — um funcional para voltas de exibição e outro estático —, com participações de pilotos como Alain Prost em demonstrações que alimentaram a lenda. No universo Gran Turismo, a passagem por GT2 ficou cravada na memória, e o retorno no Spec III é pura catarse para veteranos e novatos.
Por dentro do mito: chassi, motor e espetáculo

Embora visualize-se um “familiar vitaminado”, o Espace F1 é essencialmente um protótipo com roupa de minivan. O chassi em compósito e a carroceria leve garantem relação peso-potência agressiva, enquanto o câmbio de F1 entrega trocas rapidíssimas. A dinâmica, típica de um esportivo de motor central, garante frenagens tardias e mudanças de direção surpreendentes para um veículo desse porte. Para o GT7, isso significa um acerto que deve privilegiar estabilidade em alta e tração na saída de curvas médias, especialmente em pistas de fluxo constante como Suzuka e Yas Marina. Em termos de competição comunitária, o carro pede eventos especiais com BOP – Balance of Performance (ajuste de equilíbrio) bem estudado, evitando distorções quando comparado a classes regulares.

Estreia de marca: Polestar 5 chega com força e time trial dedicado

Nascida do ambiente de competição e desenvolvimento da Volvo, a Polestar chega ao GT7 com o 5, um sedã elétrico focado em performance. A versão Dual Motor Performance ultrapassa 800 cv equivalentes, colocando o modelo no seleto clube dos hipersedãs. Além de ampliar o portfólio elétrico do jogo, o Polestar 5 vem acompanhado de um Time Trial oficial, sinalizando competição direta em hot laps e um provável prêmio especial. Para pilotos e equipes da comunidade SGTB, a proposta é ideal para desafios de voltas lançadas com pneus Corrida Médio e Corrida Duro, testando consistência, uso de energia e gestão de potência.
“Atualizações como a Spec III mantêm o GT7 vivo e em evolução. O retorno do Espace F1 é simbólico para os fãs de longa data, e a chegada da Polestar reforça a ponte entre passado, presente e futuro.”
— Direção Esportiva, Super GT Brasil
O que mais vem por aí no Spec III?
Legenda: O pacote também envolve máquinas de competição e ícones de rua.
Além do Espace F1 e do Polestar 5, o Spec III já havia destacado o Ferrari 296 GT3, a volta do Mine’s Skyline GT-R (R34) e o Mitsubishi FTO GP Version R Aero, além do monoposto fictício F3500-B. Restam ainda “dois e meio” mistérios a serem revelados no pacote, com fortes apostas da comunidade em um FIAT Panda flagrado em visita de estúdio. Para a Super GT Brasil, é a chance de planejar minitorneios temáticos, especiais de pista (Yas Marina à vista) e conteúdos de bastidores, sempre respeitando o calendário oficial e a saúde competitiva do grid.
Impacto para os GTzeiros e para a Super GT Brasil
Legenda: Atualizações inspiram novos eventos e formatos na SGTB.
No curto prazo, a SGTB pode explorar um “Especial Espace F1” com Largada em Movimento e Parada Obrigatória, valorizando estratégia e show. Em paralelo, o Time Trial do Polestar 5 encaixa como luva para desafios abertos à comunidade, com ranking interno e transmissões rápidas. Em termos editoriais, o Spec III oferece um prato cheio de micro-histórias: retorno de lendas, estreia de marca, carro-conceito de monoposto e possíveis surpresas de rua. Mantendo a neutralidade técnica e o DNA institucional, a SGTB reforça seu papel de referência, traduzindo novidades do GT7 em experiências acessíveis e empolgantes para os GTzeiros.
Fontes
GTPlanet — Andrew Evans (matéria sobre Spec III e Espace F1)
Apresentações e teasers exibidos durante a GT World Series (Los Angeles)
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